29.12.09
VOU ATÉ ONDE O FUTURO ME DEIXAR.........
20.11.09
MAIS UMA VITÒRIA DOS TRABALHADORES
Jose victor Reis
Francisco Raposo
Jose Antonio almeida
Jose carlos
Victor folgado
Tendo a lista B elegido dois representantes.
Saudações Sindicais
Jose Almeida
COMISSAO JA TEM NOVO SECRETARIADO
Que tera como cordenador :O Rui Terenas delegado sindical da zona 6 no posto de limpeza da Filipe da mata.
Restantes elementos do secretariado:
Grancinda delegada sindical na zona 3 no posto de limpeza da Infante Dom Henrrique.
Rita delegada sindical da zona 7 Benfica.
Gravelho delegado sindical da zona 1 do posto da Boa-Hora.
Paulo Rodrigues delegado sindical zona 5 do posto da Serefina.
António Santos delegado sindical zona 4 do posto Olivais Norte.
Bruno delegado sindical zona 6 posto Areeiro.
Saudaçoes sindicais
Jose Almeida
10.11.09
Higiene e segurança no trabalho
Agradecia muito
saudações sindicais
25.10.09
temos todos razão! é preciso procurar a verdade em cada razão!
Texto encontrado na Internet
"Encontrei hoje em ruas, separadamente,
Dois amigos meus que se haviam zangado
um com o outro. Cada um me contou a
narrativa de por que se haviam zangado.
Cada um me disse a verdade. Cada um me
contou as suas razões. Ambos tinham
razão. Não era que um via uma coisa e
outro outra, ou que um via um lado das
coisas e outro um outro lado diferente.
Não: cada um via as coisas exactamente
como se haviam passado, cada um via
uma coisa diferente, e cada um, portanto,
tinha razão. Fiquei confuso desta dupla
existência da verdade".
E agora pergunto eu:
O que é a razão? O que é a verdade? Será que ambas nos levam a ser justos? ou algo foge à nossa percepção? ou, ou não sei mais o quê?
Expliquem cada um de vós qual a vossa razão e qual a vossa verdade e juntos lutemos por um mundo melhor. A minha razão é o sonho por mais equidade social, quanto à verdade não a tenho, não a possuo, sou apenas um dos seus peregrinos. SOU PORTANTO UM PEREGRINO DA VERDADE, QUE PROCURA EM CADA RAZÃO UM APOIO E UM INCENTIVO PARA SEGUIR EM FRENTE.
Saudações sindicais
18.10.09
O inácio foi despedido
A noite escura espiava no silêncio a medonha sociedade, fantasmas de ácaros vivos e sedentos, banqueteavam-se crustados nos fios de luz das lâmpadas públicas, as sombras reflexo das pessoas que passam apressadas, são marionetas que dançam, com o festim e o frenesim, daquela tela que mais parece um desenho animado; as luzes perseguindo as sombras, que fogem apressadamente. Risotas ecoam como um vaivém pré-histórico que se funda no silêncio, dísticos redondos, símbolo da paz, prolongam-se do fumo do cigarro que sai calmamente da boca do Inácio, à cinta o farnel para arranhar a fome, nas suas mãos tisnadas e raquíticas o medo, a linhas segmentadas de uma vida jovem, atribulada, como facetas do mundo moderno. O seu trajecto sempre o mesmo, cava um horizonte sem projectos, as olheiras reflectem nos seus olhos verdes a esperança, mas o cansaço da vida sobrepõem-se-lhe pelos planos que traça e riscos que corre, para quebrar a monotonia da vida e do quotidiano.
14.10.09
Se o silêncio é de ouro, a palavra é de platina
Esta leitura é para os ("eruditos") porque eu sou popular e não percebo o que escrevo, acho até que não estou aqui neste momento, estou em todos os lugares imagináveis, mas menos aqui
Hoje acordei especialmente ligado a um dia como tantos outros, o nevoeiro não dissipa o meu pensamento, invariavelmente a textura do dia fixa-se numa aguarela ausente de qualquer hora do dia.
Ao longe o som do mar ecoa com fúria, repetitivo e sonante imiscui-se no tempo afirmando-se uma espécie de cumplicidade entre ambos. Entro no bar da praia, as mesas, as cadeiras, as louças expostas longe da subjectividade da sua criação, arrumadas indistintamente constituem-se como meros objectos que cansam o olhar.
Os gestos, os olhares clamam em sussurros, sem chama a voz e as palavras contagiam-se pelo tempo, o mar e o ambiente mergulham numa monotonia invisível e incansável. Forçando a saída das palavras, a expressão que lhe dá vida morre como instinto nos lábios, os olhares perdem-se no horizonte mortiços sem vida, as palavras morrem à nascença, tudo se torna silencioso e fútil.
O constrangimento deprime, a alquimia não flui, jogadores presos a mesas de bilhar e de cartas, tentam romper com o ambiente, completando-se um quadro que os prende e acorrenta à intempérie de toda aquela realidade, que encrava o som da voz nas gargantas indecisas.
O sol estrela cadente da solidariedade da manhã, envergonhado espreguiça-se, as âncoras dos seus raios iluminam momentaneamente, mas tudo se esvai num ápice, mergulhando-se novamente no oráculo da melancolia e da ambiguidade.
Vida forte e sedenta, longe da labuta dos campos, permanece inócua, a ingenuidade e a revolta bramem o sonho de um novo mundo, a razão raciocina com a auréola da manhã, a solidariedade desprende-se da razão e os seres humanos como autómatos cavalgam para a escalada do seu fim.
Aqui e agora, com gestos instintivos, estimulados pelo libido, cadenciam o desequilíbrio, tudo parece no lugar, a força objectiva indica que a subjectividade precoce carece de ideias objectivadas, ao antes e ao depois do pensamento, o aqui e o agora, cobre a equidade de instrumentalidade, na senda do económico e do filosófico.
Por entre gestos simples e mecânicos entra alguém, que traz no olhar a firmeza e o conhecimento, dispondo-se espontaneamente a quebrar toda aquela tela ornamentada e fictícia ausente da solidariedade e que foge ao resplandecente da vida, no olhar traz a força da natureza e a disposição em mover montanhas, o trabalho cravado no seu rosto é a sua fonte, mantêm-no preso à vida, convicto diz que se os seres humanos vivem permanentemente acorrentados, cabe-lhes também desprenderem-se dos grilhões dessas correntes, entre os que se calam e comentam, gera-se um clima de desobediência à força da razão.
O mundo à nossa volta é obra de nós todos, o sentido individual da questão que o sintetiza, perde-se no tempo, a passividade, o controlo e a manipulação prendem-se às raízes da auto-insuficiência que foge ao sinónimo da colaboração e participação, emergindo paradoxalmente repetitivas e inovadoras construções da humanidade. A participação e a colaboração permanentes, presas ao sentido auto-insuficiente, na luta por um mundo melhor, esbatem na insuficiência de muitos e na suficiência de poucos, ficando todos presos à realidade das suas práticas do quotidiano e relações encandeadas, assertivamente terá toda a lógica dizer que a humanidade merece tudo isto. Excepto as excepções que confirmam as regras da exploração porque nem sempre a regra confirma excepção
E como disse o poeta popular e porque sou popular
A palavra sarcasmo é uma rosa rubra.
A palavra silêncio é uma rosa chá.
Não há céu de palavras que a cidade não cubra
não há rua de sons que a palavra não corra
à procura da sombra de uma luz que não há.
A Cidade; Zeca Afonso
E como acabei de ("acordar") neste momento faltam-me as palavras e pergunto: que fazer?
A cultura popular vive de gestos, cheiros, sons,mímica, do calão,pregões etc. A cultura erudita, vive mais ao nível filosófico, da sintaxe da linguagem da argumentação, nem uma vale mais que a a outra, antes são duas expressões que se completam, como formas culturais da humanidade é por isso que sou popular,mas gostava de ser erudito, para exprimir pela palavra as desigualdades sociais que eu vejo e muitos não vêm, mas que outros na mesma linha de pensamento que o meu, vêm de outra maneira, se os políticos dizem as coisas que gostamos de ouvir, nós trabalhadores temos que dizer coisas que os trabalhadores gostam de ouvir, mas com uma diferença, é que a nossa palavra é para alertar para as injustiças, enquanto que a dos políticos é para seduzir e convencer
Da palavra à luta, na defesa dos mais desfavorecidos, contra a pobreza e por condições de vida dignas para todos os que delas carecem e, sobretudo para quem com a sua força de trabalho, faz girar o mundo inteiro, sendo-lhe surripiados direitos a cada dia que passa. Onde está a simbologia da classe operária a seguir à Revolução Industrial, perdeu-se no tempo?
Saudações sindicais
eleições para os representantes dos trabalhadores na SHS
A palavra.............
Na lógica da minha simplicidade
13.10.09
Eleições dos representantes dos trabalhadores na SHS
saudações sindicais.
Jose almeida
Não deixemos morrer este blog e importante
Penso que o casemiro deve continuar a escrever e a contribuir para a informaçao deste blog ate que a comissao esteja a trabalhar e novos elementos possam contribuir com informação para que ele blog em vez de morrer seja cada vez mais um apoio quer para a comissão quer o secretariado dacomissao.
Penso tambem ser necessario uma forte divulgação do blog, que de inicio se fez e depois a dada altura se deixou de fazer.
Saudações sindicais.
Jose almeida
18.9.09
Convite à força da razão
Retalhos de vida: no renascer de cada gesto; O meu pai e eu
O dia lânguido e seco nascia ao som metálico dos galos. A luz da manhã entrava oprimida pelas frestas da janela refulgindo no balcão da taberna, convidando à fuga daquela realidade sedenta e doentia. O ar grave e sério que esbatia da cândida claridade, corporizava-se no resplandecente de cada olhar, que comprimido das agruras da vida permanecia suspenso em cada órbita, de quem na austeridade carregava nos ombros a monotonia do quotidiano.
Cá fora um pássaro preso numa gaiola choramingava, sabe-se lá porque solidariedade perdida no vazio, mas que tardava, embrutecendo aquele ambiente sôfrego e deprimente. O inócuo da solidariedade da manhã estendia-se horizontalmente, aliciando a depreciação de toda e qualquer tentativa para denunciar e romper com aquela tela bucólica, plácida, prolongada no recôndito de cada ser que por ali estava, passava e habitava.
De repente uma canzoada de sons, alfaias, cães, máquinas, pessoas e animais confundiram-se com gemidos prolongados e sussurros esvaídos em fluidos retraídos pincelando aquele quadro.
Como que um despertar daquela ode, taciturna e dolorosa, um lavrador extenuado da faina, acercou-se do balcão e pediu vinho, fazendo lembrar um viajante da idade média depois de uma longa caminhada e disse: Ó da casa dá-me cá vinho, para limpar o pó da garganta, que este trabalho de um figa, dá-me cabo do canastro e olha que isto é para por na conta, que ainda não me pagaram ainda a jorna de trabalho.
As palavras do lavrador ecoaram como um som cavernoso, naquelas paredes com história, pediu mais um e mais e mais um copo, até saciar a sua sede. Revigorado saiu satisfeito a cantar e a tamborilar com os dedos nos botões da sua camisa; ó minha bela menina, deixa a mãe que te criou, casa comigo amor, que ela também se casou. O som ecoou no vazio, refulgindo por entre as copas das árvores, o licor do deus do vinho e da festa (baco), transformou-se em sede romântica, embriagando-lhe a alma e o coração.
O néctar fluiu da força da razão para os seus lábios, com o desejo do amor, a masculinidade sobressaia nas suas palavras; quando morreu Adão, três dias choveu areia e, lá ia o lavrador pelas veredas que conhecia de olhos fechados, disposto a lançar sulcos à terra e a vingar-se do que a vida lhe tramou
A inocência de uma meninice atribulada ribombou na irreverência da adolescência, a sôfrega experiência adulta, clamava por uma vida melhor, a sublevação da vida em sintonia com a noite harmonizava o desprendimento da labuta e do dia, murmurando medo e agonia, no desapontamento; que desmoronava o castelo da criatividade ao som da estruturação das estruturas.
A vida oprimida trazia-lhe no silêncio das palavras, a noção de que; o calado vence tudo, ao entrar na sala de aula bem arrumada e limpa de mão dada com o filho, confeccionou-se um clima de obediência ao catecismo e à cátedra do Deus Pátria e família divulgado pela instituições e pela professora.
A disciplina desprendia-se do respeito, flutuando no ar a tensão e a revolta, a beatice da professora trancou a inocência de uma meninice objectiva e sedutora, à razão subjectiva dos actos simples e reais, mecanizando a permissão e mecânicos, daquele cenário lausperne, curro e convencional das convenções.
A crispação dos actos torna-se volúvel com o corte da iniciativa, a voluptuosidade do imediato da acção projectada na intuição do gentil de cada singularidade, campeia no renascer de cada gesto, de cada olhar, não deixando perecer o consequente, a lógica do momento do eu, dos nós, e de nós todos, dizendo unicíssimos os pronomes pessoais e demonstrativos da razão una e indivisível da sociabilidade humana
Todo se apoia no instantâneo e subsequente; naquela manhã de outubro de 1968, caiam folhas secas, a chuva serena e dolosa, gemia, a ladainha abafava os gestos e as palavras, contra a subserviência do momento, o aluno arremessou os livros ao ar dizendo; lá vai a festa, no primeiro dia de aulas estava traçado o seu destino escolar, naquele ano não passaria de classe
A sede taciturna de uma vida melhor campeia nas gargantas, as giestas, as carquejas, os abetos, os cardos, enegrecidos com o pó que flutua, bloqueiam-na, ávidas procuram saciar-me no oásis da vida, a ingenuidade e a revolta, bramem um sonho no desespero alucinante que pede apenas a compreensão humana.
As questões existenciais presas ao quotidiano não quebram as rotinas, emergindo no acaso das contingências, a luta escorada por uma sociedade mais justa com gestos firmes e espontâneos de um processo inacabado.
José Casimiro
10.9.09
Participação
30.7.09
observação de opiniões diletantes
1-Espaços verdes e limpeza urbana
2-Higiene e segurança no trabalho
Por sinal intervenções dignas de respeito e reflexão na actual conjectura dos sectores em questão
Primeiro é de realçar nas palavras do Sr. presidente Dr. António Costa e do Sr. Vereador dos Recursos humanos, o excelente trabalho do STML, no despoletar de novas soluções para proporcionar um serviço público de qualidade à cidade de Lisboa, onde se inclui a defesa intransigente dos direitos dos trabalhadores. A dada altura o Sr. vereador Sá Fernandes, falou da formação profissional (uma escola de jardineiros!) para quando? só se for quando as galinhas tiverem dentes! ganharmos o festival da canção! ou as vacas forem cor de rosa! Já a minha mãe dizia e com razão: o falar é leve e o mar é de água, por sinal quando da intervenção do STML, o Sr. vereador ficou de repente com calor, abanado-se com um leque próprio da aristocracia diletante, de à dois séculos volvidos, conceito que passou para os políticos actuais. Na continuidade desta passagem por parte do Sr, vereador, diz o mesmo que tomara ele ter ao serviço na cidade de Lisboa, uma equipa de jardineiros, como tem uma equipa de cantoneiros. Há pois é! e onde está a formação profissional! (no que me toca recebi uma formação integrada para cantoneiros de limpeza, vai para 17 anos, estou na C.M.L vai para 19 anos) do jardineiros e dos cantoneiros, que muito bem irá recuperar um serviço público de qualidade nos jardins da cidade de Lisboa e uma melhor limpeza da cidade. Quanto aos jardineiros assiste-se a um sucessivo desmantelamento dos serviços, igual e relativa condição prevêem estes senhores para a limpeza urbana. Quanto à formação profissional dos trabalhadores, só se for para enganar o pagode, adequando-se um mesmo processo diletante pelas palavras do Sr. Presidente e do Sr. vereador dos recursos humanos, de que a formação profissional dos trabalhadores, permite a efectuação de um trabalho de qualidade . Palavras leva-as o vento, mas também são como as cerejas em tempo de eleições. Os jardineiros fazem o que podem face aos recursos humanos que dispõem, os cantoneiros continuam a fazer verdadeiros "milagres" e mesmo sem formação profissional, são verdadeiros artesãos do seu trabalho.
Quanto à Higiene e segurança no trabalho a sua regulamentação continua a merecer toda a oportunidade da sua aplicação e não se admite que em pleno Século XXI, assistamos a situações de condições degradantes de muitas instalações e postos de limpeza, onde cantoneiros e jardineiros, tomam as suas refeições, merendas, buchas e tomam banho.
Pessoalmente fiquei bastante contente com as intervenções do STML; QUE ESTÁ VIVO E RECOMENDA-SE, NA DEFESA INTRANSIGENTE DOS DIREITOS E REAIS INTERESSES DOS TRABALHADORES, DE TODOS OS TRABALHADORES DO MUNICÍPIO DE LISBOA
É preciso não esquecer que algumas passagens na sessão pública, por parte da vereação, podem deter o seu lado oculto da questão, (quando a esmola é grande o santo desconfia), ou seja a incerteza de um mundo em permanente transformação, o que hoje é verdade, amanhã poder não o ser e vice-versa.
É PRECISO É URGENTE, A CADA MOMENTO NÃO ESQUECER, QUE A PRIVATIZAÇÃO NO QUE TOCA À LIMPEZA URBANA DA CIDADE DE LISBOA, PAIRA DESDE OS ANOS 80, ALTURA EM QUE A GLOBALIZAÇÃO FINANCEIRA E AS POLITICAS NEOLIBERAIS, SE ASSOCIARAM PARA DESTRUIR A CLASSE TRABALHADORA:NÃO PODEMOS, NÃO DEVEMOS DEIXAR QUE ISSO ACONTEÇA, PARA NÓS, PARA OS NOSSOS FILHOS, AMIGOS E FAMILIARES. MANTÉM-TE ATENTO!NÃO CEDAS! LUTA!, PORQUE LUTAR É SAUDÁVEL, ACRESCENTA-NOS UM SENSAÇÃO DE LEVEZA DE DEVER CUMPRIDO.
18.7.09
Vinculo à função pública
10.7.09
FALECIMENTO
15.5.09
euro manifestação


4.5.09
Rescaldo do 1º de Maio
3.5.09
1º de Maio dia de todos os trabalhadores
PARA MIM EM QUALQUER AURORA DA MANHÃ HAVERÁ SEMPRE NO MEU HORIZONTE, UM SOL RESPLANDECENTE DE SOLIDARIEDADE NA LUTA POR UM MUNDO MELHOR PARA TODOS NÓS
Até sempre camaradas e obrigado pela aprendizagem que me têm proporcionado
2.5.09
Contrato de Trabalho em Funçoes Publicas
23.4.09
Horarios de trabalho
A D.L.U. ao dizer que não tem poder politico para decidir esta questão, esta a mostrar uma grande fraquesa e se analizar-mos bem, se o proprio Diretor Municipal diz que não tem poder isso quer dizer que os chefes de zona e os encarregados de brigada ainda tem menos, ou seja nenhum, a força esta do lado dos trabalhadores e se os trabalhadores continuarem unidos com esta força que tem tido nestes ultimos tempos "eles" nunca mais nos conseguirão torcer.
POEMA
O cantoneiro limpa a rua
e limpa o passeio.
Limpa a rua que não é sua
fica com outro asseio
O cantoneiro corta a erva
e limpa o jardim.
E apanha sol na Primavera
no Inverno apanha chuva sem fim.
Lisboa é um jardim á beira mar plantado
convem receber o dinheiro que temos ganhado.
Convem estar limpa e tudo asseado
se não fica tudo entornado.
Lisboa quer as ruas limpas
para os turistas receber.
Se não ficam nas tintas
e nós ficamos a perder.
Lisboa menina e moça
Cidade das sete colinas
Es mais formosa e mais linda
quando tens as ruas limpas.
Poema enviado por ANTONIO GRAVELHO
4.4.09
Horários de trabalho
Juntos venceremos
3.4.09
Fotografias do plenario
Neste plenário estiveram presentes bastantes cantoneiros, motoristas, e encarregados de brigada, entre outros, mostrando a união que reina entre os trabalhadores deste munincipio. Os donos das ideias de " descargas intestinais" que se cuidem, pois cada vez estamos mais fortes.
1.4.09
A pensar no futuro
FICA A SUGESTÃO PARA UMA MAIOR APROXIMAÇÃO DOS TRABALHADORES E OS INFORMAR DENTRO DOS LIMITES ADEQUADOS ÀS SUAS/NOSSAS PRETENSÕES, A PRESTAÇÃO DE UM TRABALHO DIGNO, COM DEVERES E DIREITOS E UMA MELHOR PRESTAÇÃO DO SERVIÇO QUE FAZEMOS À POPULAÇÃO DA CIDADE DE LISBOA
Pra quem interessar, cordialmente fica asugestão
O livro tem por titulo Por um Sindicalismo Renovado
Comissão Nacional Justiça e Paz, Grupo de trabalho “Economia e Sociedade”,
Colaborem, participem
Rescaldo da Assembleia geral de delegados sindicais
30.3.09
secretariado da comissão sindical
Palavras-chave: integração das actividades do secretariado
Coordenação
Este processo de integração das várias actividades a cargo do secretariado da limpeza urbana, órgão representativo da comissão sindical da limpeza urbana, tem como objectivos na continuidade do processo de integração; compreender todos os elementos inseridos neste processo, compreender e clarificar as diversas reivindicações e posições de forma a inovar o sector da limpeza urbana a partir da organização sindical em que estamos inseridos, nomeadamente o STML. Desta forma tenta-se atingir na luta sindical os resultados que pretendemos. Sem a respectiva integração perder-se-ia o sentido da organização como um todo e seriam criados incentivos, para que cada qual se centrasse apenas nos seus interesses, em detrimento dos interesses colectivos. A coordenação pode momentaneamente ser um contra peso à divisão do trabalho, (a divisão do trabalho separa as pessoas nas diferentes tarefas, a coordenação volta a uni-las).
Pretende-se com a divisão do trabalho dar a cada elemento do secretariado uma função ou tarefa, sendo que a profundidade da coordenação dependerá das contingências enfrentadas pelo sindicato.
Quanto maior o grau de diferenciação quanto às atitudes, formas de trabalhar, perspectivas, ect., maior é a possibilidade de emergirem conflitos, entre secretariado, comissão, dirigentes sindicais e direcção do STML, e por consequência maior é a necessidade de utilização de técnicas de integração ou coordenação.
Deste modo eu José Casimiro, assumo-me como coordenador do secretariado da comissão sindical e tive como primeira abordagem nestas funções, compreender os meus colegas de secretariado e o sindicato, mas que passa por ser um processo inacabado porque todos os dias a cada momento aprendemos novas coisas, mas também vemos outras no nosso local de trabalho que por vezes não nos agradam, o secretariado pretende estar em contacto com todos os delegados sindicais, de modo a melhorar o nosso local de trabalho seja ao nível de melhores condições, seja ainda ao nível do diálogo para as melhorar, de modo a prestar um melhor serviço a todos os Munícipes da cidade de Lisboa
Passo a transcrever os nomes dos representantes do secretariado da comissão sindical, embora todos elementos do secretariado terem mostrado enorme disponibilidade, de com a sua iniciativa participar para um sindicato melhor para todos, cabe a cada um decidir se quer transcrever os seus contacto neste Blogue, eu transcrevo o meu
José Casimiro, delegado sindical no posto de limpeza do Largo do Mastro, afecto à Zona 3, morador na Rua Senhora do Monte nº 24 r/c, Direito- 1170-361- Lisboa, Freguesia da Graça, Telefone:218874493. Telefone de contacto:919339978
São meus companheiros do secretariado :José António, Filipe Barbosa, Sabino, Trenas, Luís Ferreira e Carlos Costa
Saudações Sindicais
Horários de trabalho
28.3.09
na continuidadae da última mensagem faltou dizer...
frenéticamente está em jogo....
14.3.09
Força, força companheiros o sindicato que somos nós todos é a nossa muralha de aço
13.3.09
Manifestação Nacinal
O Ministro Vieira da Silva, desvaloriza os números da manifestação e diz que o governo não tem outra hipótese de governar sem ser desta maneira e que o governo tudo esta a fazer para levar o pais para a frente, e continuam a falar em maioria, esquecem-se é que a maioria somos nós , os trabalhadores.
O governo não pode ignorar esta manifestação, pois sempre foram mais de 200 mil pessoas na rua.
Manifestação dia nacional da juventude
12.3.09
Novos Cantoneiros
Novas Viaturas
11.3.09
Para que possam ser avisados sempre que houver alteraçoes no blog, podem deixar o vosso mail em comentarios abaixo desta mensagem, e jà agora divulguem o blog junto dos vossos colegas. Obrigado.
8.3.09
Enviem noticias
Gostariamos de receber noticias vossas e dos vossos locais de trabalho, só assim com a vossa colaboração é que este blog pode andar para a frente e só com a vossa colaboração o blog faz sentido.
Enviem as vossas noticias, desabafos, etc..., para o endereço de mail
comissaolimpezaurbanacml@gmail.com
Poemas
Água azul do mar
transparente no fundo, e vejo.
Vejo gente a nadar
e outras aos beijos.
Brincam as crianças á beira mar
outras a fazer castelos de areia.
Umas chóram porque querem ficar
outras extendem as toalhas á soalheira.
As gaivotas riscam no Céu
tubarões de dentes afiados
Os lençoes são as Estrelas, assim adormeceu
assim dormem de noite os namorados.
Água azul e transparente
as ondas do mar a bater no rochedo.
O mar a cantar chama pela gente
as sereias de fato de banho não têm medo
Antonio Gravelho (zona 1)
26.2.09
Porta a porta
PLENARIOS
POEMA
O lavrador e as Serras
As Serras estão todas floridas
É assim no mês de Maio.
Os campos estão verdejantes, queridas
Os passaros cantam para o ensaio.
O lavrador canta enquanto o arado rasga a terra
para semear o trigo.
Está florida a serra
as arvores servem-lhe de abrigo.
O lavrador e as terras estão de braço dado
dela tira o seu sustento
Canta agarrado ao arado
agazalhado contra a chuva e vento
Canta enquanto trabalha, e olha o Céu
as serras continuam em flor.
Trabalha a terra com todo amor
e com a força que Deus lhe deu.
Antonio Gravelho (zona 1)
18.2.09
CODIGO DE TRABALHO
17.2.09
PLENARIOS
No dia 3 entre as 13h00 e as 15h00, 23h00 e a 01h00, nas zonas
1 Boa Hora
2 Eduardo Coelho
3 General Roçadas
4 Cidade de Luanda(abrange também o Sal)
No dia 5 entre as 13h00 e as 15h00, 23h00 e a 01h00, nas zonas
5 Correia Teles
6 Areeiro
7 António Saúde
8 Murtas
CODIGO DE TRABALHO
Subsidio penosidade e risco
Encarregados de Brigada
15.2.09
13.2.09
CODIGO DE TRABALHO
O novo Código de Trabalho deveria ter entrado em vigor no dia 1 de Janeiro, mas tal não aconteceu porque o Presidente da República pediu que o período experimental passasse de 90 para 180 dias.
Com este novo Código de Trabalho a vida dos trabalhadores fica muito dificultada, senão vejamos: Direitos condicionados, Insegurança de emprego, Anulação de carreiras, Polivalencia de funções, Congelamento de progressões, Siadap(e as suas quotas), Favorecimento de alguns trabalhadores por causa das quotas, Adaptabilidade de horários, Acção Sindical dificultada, etc..., por tudo isto é preciso continuar a lutar. Esta prevista um grande MANIFESTAÇÃO NACIONAL em MARÇO, manten-te informado e participa.
4.2.09
Reunião da comissão
Em breve será marcada uma reunião com os encarregados de brigada.
Foi também aprovado o encontro da limpeza urbana, para delegados sindicais, em data ainda a definir.
30.1.09
Condições dos postos de limpeza
Saudações sindicais
24.1.09
Fernanda Figueiredo
Enviado por FERNANDA FIGUEIREDO
22.1.09
21.1.09
Publicar no blog
comissaolimpezaurbanacml@gmail.com
13.1.09
52 cantoneiros
Plenarios
Posto de MARVILA
8.1.09
Falecimento
4.1.09
Endereço de MAIL
comissaolimpezaurbanacml@gmail.com
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