29.12.09
VOU ATÉ ONDE O FUTURO ME DEIXAR.........
20.11.09
MAIS UMA VITÒRIA DOS TRABALHADORES
Jose victor Reis
Francisco Raposo
Jose Antonio almeida
Jose carlos
Victor folgado
Tendo a lista B elegido dois representantes.
Saudações Sindicais
Jose Almeida
COMISSAO JA TEM NOVO SECRETARIADO
Que tera como cordenador :O Rui Terenas delegado sindical da zona 6 no posto de limpeza da Filipe da mata.
Restantes elementos do secretariado:
Grancinda delegada sindical na zona 3 no posto de limpeza da Infante Dom Henrrique.
Rita delegada sindical da zona 7 Benfica.
Gravelho delegado sindical da zona 1 do posto da Boa-Hora.
Paulo Rodrigues delegado sindical zona 5 do posto da Serefina.
António Santos delegado sindical zona 4 do posto Olivais Norte.
Bruno delegado sindical zona 6 posto Areeiro.
Saudaçoes sindicais
Jose Almeida
10.11.09
Higiene e segurança no trabalho
Agradecia muito
saudações sindicais
25.10.09
temos todos razão! é preciso procurar a verdade em cada razão!
Texto encontrado na Internet
"Encontrei hoje em ruas, separadamente,
Dois amigos meus que se haviam zangado
um com o outro. Cada um me contou a
narrativa de por que se haviam zangado.
Cada um me disse a verdade. Cada um me
contou as suas razões. Ambos tinham
razão. Não era que um via uma coisa e
outro outra, ou que um via um lado das
coisas e outro um outro lado diferente.
Não: cada um via as coisas exactamente
como se haviam passado, cada um via
uma coisa diferente, e cada um, portanto,
tinha razão. Fiquei confuso desta dupla
existência da verdade".
E agora pergunto eu:
O que é a razão? O que é a verdade? Será que ambas nos levam a ser justos? ou algo foge à nossa percepção? ou, ou não sei mais o quê?
Expliquem cada um de vós qual a vossa razão e qual a vossa verdade e juntos lutemos por um mundo melhor. A minha razão é o sonho por mais equidade social, quanto à verdade não a tenho, não a possuo, sou apenas um dos seus peregrinos. SOU PORTANTO UM PEREGRINO DA VERDADE, QUE PROCURA EM CADA RAZÃO UM APOIO E UM INCENTIVO PARA SEGUIR EM FRENTE.
Saudações sindicais
18.10.09
O inácio foi despedido
A noite escura espiava no silêncio a medonha sociedade, fantasmas de ácaros vivos e sedentos, banqueteavam-se crustados nos fios de luz das lâmpadas públicas, as sombras reflexo das pessoas que passam apressadas, são marionetas que dançam, com o festim e o frenesim, daquela tela que mais parece um desenho animado; as luzes perseguindo as sombras, que fogem apressadamente. Risotas ecoam como um vaivém pré-histórico que se funda no silêncio, dísticos redondos, símbolo da paz, prolongam-se do fumo do cigarro que sai calmamente da boca do Inácio, à cinta o farnel para arranhar a fome, nas suas mãos tisnadas e raquíticas o medo, a linhas segmentadas de uma vida jovem, atribulada, como facetas do mundo moderno. O seu trajecto sempre o mesmo, cava um horizonte sem projectos, as olheiras reflectem nos seus olhos verdes a esperança, mas o cansaço da vida sobrepõem-se-lhe pelos planos que traça e riscos que corre, para quebrar a monotonia da vida e do quotidiano.
14.10.09
Se o silêncio é de ouro, a palavra é de platina
Esta leitura é para os ("eruditos") porque eu sou popular e não percebo o que escrevo, acho até que não estou aqui neste momento, estou em todos os lugares imagináveis, mas menos aqui
Hoje acordei especialmente ligado a um dia como tantos outros, o nevoeiro não dissipa o meu pensamento, invariavelmente a textura do dia fixa-se numa aguarela ausente de qualquer hora do dia.
Ao longe o som do mar ecoa com fúria, repetitivo e sonante imiscui-se no tempo afirmando-se uma espécie de cumplicidade entre ambos. Entro no bar da praia, as mesas, as cadeiras, as louças expostas longe da subjectividade da sua criação, arrumadas indistintamente constituem-se como meros objectos que cansam o olhar.
Os gestos, os olhares clamam em sussurros, sem chama a voz e as palavras contagiam-se pelo tempo, o mar e o ambiente mergulham numa monotonia invisível e incansável. Forçando a saída das palavras, a expressão que lhe dá vida morre como instinto nos lábios, os olhares perdem-se no horizonte mortiços sem vida, as palavras morrem à nascença, tudo se torna silencioso e fútil.
O constrangimento deprime, a alquimia não flui, jogadores presos a mesas de bilhar e de cartas, tentam romper com o ambiente, completando-se um quadro que os prende e acorrenta à intempérie de toda aquela realidade, que encrava o som da voz nas gargantas indecisas.
O sol estrela cadente da solidariedade da manhã, envergonhado espreguiça-se, as âncoras dos seus raios iluminam momentaneamente, mas tudo se esvai num ápice, mergulhando-se novamente no oráculo da melancolia e da ambiguidade.
Vida forte e sedenta, longe da labuta dos campos, permanece inócua, a ingenuidade e a revolta bramem o sonho de um novo mundo, a razão raciocina com a auréola da manhã, a solidariedade desprende-se da razão e os seres humanos como autómatos cavalgam para a escalada do seu fim.
Aqui e agora, com gestos instintivos, estimulados pelo libido, cadenciam o desequilíbrio, tudo parece no lugar, a força objectiva indica que a subjectividade precoce carece de ideias objectivadas, ao antes e ao depois do pensamento, o aqui e o agora, cobre a equidade de instrumentalidade, na senda do económico e do filosófico.
Por entre gestos simples e mecânicos entra alguém, que traz no olhar a firmeza e o conhecimento, dispondo-se espontaneamente a quebrar toda aquela tela ornamentada e fictícia ausente da solidariedade e que foge ao resplandecente da vida, no olhar traz a força da natureza e a disposição em mover montanhas, o trabalho cravado no seu rosto é a sua fonte, mantêm-no preso à vida, convicto diz que se os seres humanos vivem permanentemente acorrentados, cabe-lhes também desprenderem-se dos grilhões dessas correntes, entre os que se calam e comentam, gera-se um clima de desobediência à força da razão.
O mundo à nossa volta é obra de nós todos, o sentido individual da questão que o sintetiza, perde-se no tempo, a passividade, o controlo e a manipulação prendem-se às raízes da auto-insuficiência que foge ao sinónimo da colaboração e participação, emergindo paradoxalmente repetitivas e inovadoras construções da humanidade. A participação e a colaboração permanentes, presas ao sentido auto-insuficiente, na luta por um mundo melhor, esbatem na insuficiência de muitos e na suficiência de poucos, ficando todos presos à realidade das suas práticas do quotidiano e relações encandeadas, assertivamente terá toda a lógica dizer que a humanidade merece tudo isto. Excepto as excepções que confirmam as regras da exploração porque nem sempre a regra confirma excepção
E como disse o poeta popular e porque sou popular
A palavra sarcasmo é uma rosa rubra.
A palavra silêncio é uma rosa chá.
Não há céu de palavras que a cidade não cubra
não há rua de sons que a palavra não corra
à procura da sombra de uma luz que não há.
A Cidade; Zeca Afonso
E como acabei de ("acordar") neste momento faltam-me as palavras e pergunto: que fazer?
A cultura popular vive de gestos, cheiros, sons,mímica, do calão,pregões etc. A cultura erudita, vive mais ao nível filosófico, da sintaxe da linguagem da argumentação, nem uma vale mais que a a outra, antes são duas expressões que se completam, como formas culturais da humanidade é por isso que sou popular,mas gostava de ser erudito, para exprimir pela palavra as desigualdades sociais que eu vejo e muitos não vêm, mas que outros na mesma linha de pensamento que o meu, vêm de outra maneira, se os políticos dizem as coisas que gostamos de ouvir, nós trabalhadores temos que dizer coisas que os trabalhadores gostam de ouvir, mas com uma diferença, é que a nossa palavra é para alertar para as injustiças, enquanto que a dos políticos é para seduzir e convencer
Da palavra à luta, na defesa dos mais desfavorecidos, contra a pobreza e por condições de vida dignas para todos os que delas carecem e, sobretudo para quem com a sua força de trabalho, faz girar o mundo inteiro, sendo-lhe surripiados direitos a cada dia que passa. Onde está a simbologia da classe operária a seguir à Revolução Industrial, perdeu-se no tempo?
Saudações sindicais
eleições para os representantes dos trabalhadores na SHS
A palavra.............
Na lógica da minha simplicidade
13.10.09
Eleições dos representantes dos trabalhadores na SHS
saudações sindicais.
Jose almeida
Não deixemos morrer este blog e importante
Penso que o casemiro deve continuar a escrever e a contribuir para a informaçao deste blog ate que a comissao esteja a trabalhar e novos elementos possam contribuir com informação para que ele blog em vez de morrer seja cada vez mais um apoio quer para a comissão quer o secretariado dacomissao.
Penso tambem ser necessario uma forte divulgação do blog, que de inicio se fez e depois a dada altura se deixou de fazer.
Saudações sindicais.
Jose almeida
18.9.09
Convite à força da razão
Retalhos de vida: no renascer de cada gesto; O meu pai e eu
O dia lânguido e seco nascia ao som metálico dos galos. A luz da manhã entrava oprimida pelas frestas da janela refulgindo no balcão da taberna, convidando à fuga daquela realidade sedenta e doentia. O ar grave e sério que esbatia da cândida claridade, corporizava-se no resplandecente de cada olhar, que comprimido das agruras da vida permanecia suspenso em cada órbita, de quem na austeridade carregava nos ombros a monotonia do quotidiano.
Cá fora um pássaro preso numa gaiola choramingava, sabe-se lá porque solidariedade perdida no vazio, mas que tardava, embrutecendo aquele ambiente sôfrego e deprimente. O inócuo da solidariedade da manhã estendia-se horizontalmente, aliciando a depreciação de toda e qualquer tentativa para denunciar e romper com aquela tela bucólica, plácida, prolongada no recôndito de cada ser que por ali estava, passava e habitava.
De repente uma canzoada de sons, alfaias, cães, máquinas, pessoas e animais confundiram-se com gemidos prolongados e sussurros esvaídos em fluidos retraídos pincelando aquele quadro.
Como que um despertar daquela ode, taciturna e dolorosa, um lavrador extenuado da faina, acercou-se do balcão e pediu vinho, fazendo lembrar um viajante da idade média depois de uma longa caminhada e disse: Ó da casa dá-me cá vinho, para limpar o pó da garganta, que este trabalho de um figa, dá-me cabo do canastro e olha que isto é para por na conta, que ainda não me pagaram ainda a jorna de trabalho.
As palavras do lavrador ecoaram como um som cavernoso, naquelas paredes com história, pediu mais um e mais e mais um copo, até saciar a sua sede. Revigorado saiu satisfeito a cantar e a tamborilar com os dedos nos botões da sua camisa; ó minha bela menina, deixa a mãe que te criou, casa comigo amor, que ela também se casou. O som ecoou no vazio, refulgindo por entre as copas das árvores, o licor do deus do vinho e da festa (baco), transformou-se em sede romântica, embriagando-lhe a alma e o coração.
O néctar fluiu da força da razão para os seus lábios, com o desejo do amor, a masculinidade sobressaia nas suas palavras; quando morreu Adão, três dias choveu areia e, lá ia o lavrador pelas veredas que conhecia de olhos fechados, disposto a lançar sulcos à terra e a vingar-se do que a vida lhe tramou
A inocência de uma meninice atribulada ribombou na irreverência da adolescência, a sôfrega experiência adulta, clamava por uma vida melhor, a sublevação da vida em sintonia com a noite harmonizava o desprendimento da labuta e do dia, murmurando medo e agonia, no desapontamento; que desmoronava o castelo da criatividade ao som da estruturação das estruturas.
A vida oprimida trazia-lhe no silêncio das palavras, a noção de que; o calado vence tudo, ao entrar na sala de aula bem arrumada e limpa de mão dada com o filho, confeccionou-se um clima de obediência ao catecismo e à cátedra do Deus Pátria e família divulgado pela instituições e pela professora.
A disciplina desprendia-se do respeito, flutuando no ar a tensão e a revolta, a beatice da professora trancou a inocência de uma meninice objectiva e sedutora, à razão subjectiva dos actos simples e reais, mecanizando a permissão e mecânicos, daquele cenário lausperne, curro e convencional das convenções.
A crispação dos actos torna-se volúvel com o corte da iniciativa, a voluptuosidade do imediato da acção projectada na intuição do gentil de cada singularidade, campeia no renascer de cada gesto, de cada olhar, não deixando perecer o consequente, a lógica do momento do eu, dos nós, e de nós todos, dizendo unicíssimos os pronomes pessoais e demonstrativos da razão una e indivisível da sociabilidade humana
Todo se apoia no instantâneo e subsequente; naquela manhã de outubro de 1968, caiam folhas secas, a chuva serena e dolosa, gemia, a ladainha abafava os gestos e as palavras, contra a subserviência do momento, o aluno arremessou os livros ao ar dizendo; lá vai a festa, no primeiro dia de aulas estava traçado o seu destino escolar, naquele ano não passaria de classe
A sede taciturna de uma vida melhor campeia nas gargantas, as giestas, as carquejas, os abetos, os cardos, enegrecidos com o pó que flutua, bloqueiam-na, ávidas procuram saciar-me no oásis da vida, a ingenuidade e a revolta, bramem um sonho no desespero alucinante que pede apenas a compreensão humana.
As questões existenciais presas ao quotidiano não quebram as rotinas, emergindo no acaso das contingências, a luta escorada por uma sociedade mais justa com gestos firmes e espontâneos de um processo inacabado.
José Casimiro
10.9.09
Participação
30.7.09
observação de opiniões diletantes
1-Espaços verdes e limpeza urbana
2-Higiene e segurança no trabalho
Por sinal intervenções dignas de respeito e reflexão na actual conjectura dos sectores em questão
Primeiro é de realçar nas palavras do Sr. presidente Dr. António Costa e do Sr. Vereador dos Recursos humanos, o excelente trabalho do STML, no despoletar de novas soluções para proporcionar um serviço público de qualidade à cidade de Lisboa, onde se inclui a defesa intransigente dos direitos dos trabalhadores. A dada altura o Sr. vereador Sá Fernandes, falou da formação profissional (uma escola de jardineiros!) para quando? só se for quando as galinhas tiverem dentes! ganharmos o festival da canção! ou as vacas forem cor de rosa! Já a minha mãe dizia e com razão: o falar é leve e o mar é de água, por sinal quando da intervenção do STML, o Sr. vereador ficou de repente com calor, abanado-se com um leque próprio da aristocracia diletante, de à dois séculos volvidos, conceito que passou para os políticos actuais. Na continuidade desta passagem por parte do Sr, vereador, diz o mesmo que tomara ele ter ao serviço na cidade de Lisboa, uma equipa de jardineiros, como tem uma equipa de cantoneiros. Há pois é! e onde está a formação profissional! (no que me toca recebi uma formação integrada para cantoneiros de limpeza, vai para 17 anos, estou na C.M.L vai para 19 anos) do jardineiros e dos cantoneiros, que muito bem irá recuperar um serviço público de qualidade nos jardins da cidade de Lisboa e uma melhor limpeza da cidade. Quanto aos jardineiros assiste-se a um sucessivo desmantelamento dos serviços, igual e relativa condição prevêem estes senhores para a limpeza urbana. Quanto à formação profissional dos trabalhadores, só se for para enganar o pagode, adequando-se um mesmo processo diletante pelas palavras do Sr. Presidente e do Sr. vereador dos recursos humanos, de que a formação profissional dos trabalhadores, permite a efectuação de um trabalho de qualidade . Palavras leva-as o vento, mas também são como as cerejas em tempo de eleições. Os jardineiros fazem o que podem face aos recursos humanos que dispõem, os cantoneiros continuam a fazer verdadeiros "milagres" e mesmo sem formação profissional, são verdadeiros artesãos do seu trabalho.
Quanto à Higiene e segurança no trabalho a sua regulamentação continua a merecer toda a oportunidade da sua aplicação e não se admite que em pleno Século XXI, assistamos a situações de condições degradantes de muitas instalações e postos de limpeza, onde cantoneiros e jardineiros, tomam as suas refeições, merendas, buchas e tomam banho.
Pessoalmente fiquei bastante contente com as intervenções do STML; QUE ESTÁ VIVO E RECOMENDA-SE, NA DEFESA INTRANSIGENTE DOS DIREITOS E REAIS INTERESSES DOS TRABALHADORES, DE TODOS OS TRABALHADORES DO MUNICÍPIO DE LISBOA
É preciso não esquecer que algumas passagens na sessão pública, por parte da vereação, podem deter o seu lado oculto da questão, (quando a esmola é grande o santo desconfia), ou seja a incerteza de um mundo em permanente transformação, o que hoje é verdade, amanhã poder não o ser e vice-versa.
É PRECISO É URGENTE, A CADA MOMENTO NÃO ESQUECER, QUE A PRIVATIZAÇÃO NO QUE TOCA À LIMPEZA URBANA DA CIDADE DE LISBOA, PAIRA DESDE OS ANOS 80, ALTURA EM QUE A GLOBALIZAÇÃO FINANCEIRA E AS POLITICAS NEOLIBERAIS, SE ASSOCIARAM PARA DESTRUIR A CLASSE TRABALHADORA:NÃO PODEMOS, NÃO DEVEMOS DEIXAR QUE ISSO ACONTEÇA, PARA NÓS, PARA OS NOSSOS FILHOS, AMIGOS E FAMILIARES. MANTÉM-TE ATENTO!NÃO CEDAS! LUTA!, PORQUE LUTAR É SAUDÁVEL, ACRESCENTA-NOS UM SENSAÇÃO DE LEVEZA DE DEVER CUMPRIDO.
18.7.09
Vinculo à função pública
10.7.09
FALECIMENTO
15.5.09
euro manifestação

